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Saiba quando um projeto de paisagismo pode ser considerado SUSTENTÁVEL

Para que um empreendimento seja considerado sustentável, é preciso que ele seja ecologicamente adequado, economicamente viável e socialmente justo.

O sistema americano de certificação de um empreendimento como sustentável – LEED – Leadership in Energy and Environmental Design (“Liderança em Design Ambiental e Energia”) é fundamentalmente, uma avaliação de desempenho ambiental. Este sistema foi introduzido no Brasil em 2007 e é aplicado pela Green Building Council Brasil  – “Conselho de Edificação Verde” -GBC Brasil, sendo que o nosso país é o quarto do mundo com mais prédios certificados. 

A partir de 2008 a Fundação Vanzolini, que trabalha com a certificação de Sistemas de Qualidade desde 1990, começou a emitir o selo brasileiro AQUA (Alta Qualidade Ambiental) de sustentabilidade, baseado no modelo francês Démarche HQE  de certificação e que leva em conta questões relacionadas à legislação, clima e fontes de energia brasileiras.

Ambos os selos – LEED e AQUA trazem para os empreendimentos muitas vantagens, entre elas a redução dos custos operacionais e a sua valorização. 

 
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A criação de espaços sustentáveis requer conhecimentos do profissional paisagista sobre as práticas para a certificação e é de fundamental importância que o paisagista participe desde o princípio da concepção e planejamento do empreendimento para poder contribuir para minimizar o impacto que a sua construção causa ao meio ambiente.

Para que o projeto de paisagismo de um empreendimento seja considerado sustentável ele deve ser criado e implantado com técnicas e procedimentos destinados a melhorar a qualidade de vida dos seus usuários e das comunidades com que se relaciona; promover a biodiversidade; minimizar o consumo de energia e contribuir para a conservação dos recursos naturais, com foco na redução dos impactos ambientais.

Para a criação de um projeto de paisagismo sustentável o paisagista deve promover a biodiversidade e o habitat natural para a fauna, priorizando o uso de espécies nativas, podendo também utilizar espécies exóticas adaptadas ao bioma local.  O uso das espécies exóticas invasoras é proibido, como deve ser também para os demais projetos de um paisagista consciente de seu papel na especificação e disseminação das espécies.

Outro item importante a ser considerado para as certificações diz respeito à utilização da água no paisagismo. As plantas especificadas devem ter uma baixa necessidade hídrica e serem adaptadas ao clima local. Quando houver um sistema de irrigação automatizada, ele deverá ser feito com a utilização de água captada de chuvas.

 A utilização de telhados verdes nos empreendimentos sustentáveis tem sido considerado uma prioridade, pois entre outros benefícios, eles contribuem para melhorar o microclima das edificações, reduzindo o consumo de energia destinado ao funcionamento dos aparelhos de ar condicionado, além de possibilitarem, em alguns empreendimentos, a produção de alimentos em hortas que poderão ser consumidos pelos usuários do empreendimento ou comercializados a terceiros.

O termo sustentabilidade tem sido amplamente utilizado e sua aplicabilidade envolve benefícios sociais, ambientais e econômicos o que a torna bastante complexa. Proporcionar o bem estar físico e psicológico das pessoas que estarão em contato com aquele jardim, proteger e conservas os recursos naturais reduzindo o impacto ambiental do empreendimento e os custos de sua manutenção são apenas alguns dos importantes papéis que um projeto de paisagismo sustentável deverá contemplar e requer estudos personalizados para cada projeto.

 


 

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